Marcas apostam em produção sustentável e impacto social para transformar a cacauicultura brasileira
A Páscoa é um momento de celebração e renovação, e nada representa melhor essa data do que o chocolate. O que muitos desconhecem é que o cacau tem suas origens na Amazônia e sempre esteve profundamente ligado à floresta. Hoje, o Brasil vive um renascimento desse ingrediente valioso, impulsionado por sistemas agroflorestais que beneficiam comunidades locais e contribuem para a conservação ambiental.
Um exemplo de sucesso dentro dessa nova fase da cacauicultura brasileira são as marcas Warabu e Ïapó Cacau, que produzem chocolates premium à base de cacau amazônico, mantendo relações diretas e justas com pequenos produtores, promovendo capacitação e certificação para garantir qualidade e sustentabilidade.
“Nesta Páscoa, optar por chocolates que carregam histórias de impacto positivo é uma forma de celebrar de maneira mais consciente. O cacau amazônico não apenas resulta em produtos de alta qualidade, mas também fortalece comunidades, contribui para a conservação da floresta e posiciona o Brasil como uma referência global em chocolates premium. Seja para presentear ou degustar, apoiar marcas comprometidas com a sustentabilidade é um passo essencial para garantir que o cacau brasileiro continue sua trajetória de crescimento e reconhecimento internacional”, celebra Linda Gabay, fundadora da Warabu e da Ïapó Cacau.
Entre os destaques da marca Warabu para esta Páscoa está o ovo de chocolate 60% cacau trufado, que revela, a cada mordida, um recheio surpreendente: a delicada acidez da geleia de cupuaçu, que explode em sabor tropical, harmonizando perfeitamente com a crocância amanteigada da castanha-do-brasil. O equilíbrio perfeito entre a intensidade sofisticada do cacau amazônico, o dulçor exótico do cupuaçu e a textura envolvente da castanha criam uma verdadeira sinfonia de sabores, fazendo deste ovo uma experiência única e inesquecível. O produto é vegano, não contém glúten, nem lactose.
A marca Ïapó Cacau também se destaca, participando do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), que tem como objetivo promover o uso sustentável dos recursos da Amazônia por meio de investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Desde a sua criação, o programa já mobilizou mais de R$ 146 milhões para 76 projetos em andamento, com a participação de 40 empresas investidoras.
Atualmente, o Brasil ocupa a sexta posição no ranking mundial de produção de cacau, com aproximadamente 250 mil toneladas anuais. No entanto, a demanda interna já ultrapassa 300 mil toneladas, indicando um potencial de crescimento significativo. A busca por chocolates premium e rastreáveis tem crescido 15% ao ano, impulsionando a transição para modelos produtivos mais sustentáveis, como alguns adotados na Amazônia. Nessas regiões, pequenos produtores cultivam cacau em harmonia com a biodiversidade local, reforçando a sustentabilidade da cadeia produtiva.
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